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Jornais

Textos em jornais de notícias/revistas

A Gazeta, Vitória, 11 de setembro de 2021.

Os atentados de 11 de setembro abriram para os EUA uma oportunidade poucas vezes vista na geopolítica global. "Não se engane: nós vamos caçar e punir os responsáveis", disse George W. Bush em pronunciamento que anunciava à opinião pública americana que os EUA se engajariam em uma "Guerra ao Terror". As invasões no Afeganistão (2001) e Iraque (2003) serviram para dar aos americanos sensação de proteção e vingança, mas também para os EUA reposicionarem suas peças no tabuleiro geopolítico e cercar seu novo maior rival - a China.

A Gazeta, Vitória, 26 mar. 2021

O imbróglio para importar e produzir a quantidade de vacinas para o combate à Covid-19 ilustrou, como poucas vezes, o impacto que as relações exteriores do Brasil têm no dia a dia da população. Elas, que raramente têm visibilidade nas eleições, são ofuscadas por saúde e segurança públicas e emprego. O problema é que a política externa é uma política pública, isto é, uma diretriz para enfrentar um problema público. A diferença é que ela visa a saciar as necessidades nacionais de acordo com as oportunidades nacionais. 

A Gazeta, Vitória. 24 de agosto de 2018

A paz celebrada entre dois dos países mais pobres do mundo representou mudança radical no Chifre da África e mostrou que a vontade de uma potência regional pode gerar efeito positivo sobre seus vizinhos. Em julho, uma onda de otimismo tomou conta da região. Além da paz entre Etiópia e Eritreia, 20 anos após a guerra que matou cerca de 100 mil pessoas, Eritreia e Somália realizaram o primeiro encontro de seus líderes na história; e um acordo de partilha de poder foi assinado entre o governo do Sudão do Sul e os rebeldes para tentar pôr fim à guerra civil que dura desde 2013. Este processo de estabilização se deve à nova postura da Etiópia, principal potência econômica e militar da região.

A Tribuna, Vitória, ES, p. 47 - 47, 11 fev. 2011.

Com a renúncia, Hosni Mubarak completou o ciclo do ditador. Após 30 anos governando o Egito, ele foi hábil o bastante para deixar o poder de forma honrosa: sem maiores derramamentos de sangue e sem ter de assumir perante o povo que havia falhado. Agora, fica a pergunta: o que será do Egito?

O capital humano não precisa de pernas, e sim de internet.

A Tribuna, Vitória, p. 23 - 23, 04 jul. 2021.

A Gazeta, Vitória. 24 de setembro de 2019

O discurso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na ONU, nesta terça-feira (24) não destoou do que ele diz desde a campanha eleitoral: críticas ao socialismo, que ele vê à espreita no Brasil em pleno século XXI, ataques à "ideologia", isentando-se de possuir uma, e alfinetas em líderes internacionais, como o da França, Emmanuel Macron, ainda que não tenha mencionado o nome dele. [...] E aí? Pegou bem? Pegou mal? Claro que eleitores de Bolsonaro podem ter uma visão mais positiva do que quem não é. Mas o discurso foi feito na ONU, para chefes de Estado, e com repercussão na imprensa internacional. 

A Gazeta, Vitória, ES, p. 21 - 21, 22 mar. 2012

A Gazeta, Vitória, ES, 13 fev. 2011

Os recentes levantes populares no mundo árabe, principalmente na Tunísia e no Egito, trouxeram aos olhos dos líderes ocidentais a possibilidade de ascensão de governos islâmicos fundamentalistas semelhates ao do Irã. Os impasses já vividos com este regime alertaram os EUA e alguns países europeus quanto á onda de protestos no mundo árabe. No entanto é preciso considerar se há motivos que justifiquem esse receio.

A Tribuna, Vitória, p. 44 - 44, 01 fev. 2011.

A atual onda de protestos no Egito pode pôr fim ao governo de 30 anos de Hosni Mubarak Com ele, o país retornou à Liga Árabe, reconheceu a existência de Israel e foi governado com mão de ferro. A oposição, principalmente a Irmandade Islâmica, está desacreditada, boicotou as eleições parlamentares de dezembro e aposta na fraqueza do presidente e a rejeição popular sobre seu filho, Gamal Mubarak, provável sucessor

O que pensamos sobre a conjuntura internacional e o risco político
publicado na mídia

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